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Atualizado em sexta-feira, 6 de setembro de 2013 - 14h06

Polícia desmonta rede de prostituição

Se condenados, a penas dos suspeitos pode chegar a 24 anos de prisão.
Dinheiro, celulares e documentos foram apreendidos / Divulgação | Polícia Civil Dinheiro, celulares e documentos foram apreendidos Divulgação | Polícia Civil

A Polícia Civil prendeu quatro pessoas suspeitas de serem responsáveis por uma rede de prostituição que atuava em Belo Horizonte, em cidades do interior de Minas e outros estados

 

A operação Copa do Mundo II teve início após uma denúncia de um site que agenciava garotas de programa.

 

Segundo a polícia foi encontrado com a organização criminosa mais de 300 celulares, carros de luxo, mais de R$2.000 e outros valores em moedas estrangeira. 

 

De acordo com a polícia, rede de prostituição funcionava com motoristas e atendentes de telemarketing. O cliente ligava para um telefonista, que negociava o programa e um motorista levava a garota até o local combinado.

 

A quadrilha agenciava mais de 50  garotas e fazia propaganda por meio de jornais e sites.

 

Dois imóveis eram usados pelo grupo. No prado, em Belo Horizonte, um deles está registrado como um escritório de informática, mas, segundo a Polícia Civil, funcionava a sede da quadrilha. No Alto Barroca, o outro imóvel está registrado como uma clínica de estética, mas o local era onde aconteciam os programas.

 

A Polícia acredita que os locais eram usados também para lavagem de dinheiro.

 

Se condenados, a penas dos suspeitos pode chegar a 24 anos de prisão.

 

Segundo a Polícia Civil, as investigações vão continuar. 

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