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Atualizado em quinta-feira, 20 de abril de 2017 - 15h22

Kalil apresenta reforma administrativa à Câmara

PBH prevê a redução de gastos com salários e cargos comissionados, além da recriação da Secretaria de Cultura

A prometida reforma administrativa proposta pelo prefeito Alexandre Kalil (PHS) finalmente saiu do papel. A proposta, apresentada ontem, pretende extinguir 13 órgãos com status de secretaria municipal, passando de 31 para 18. O projeto ainda prevê o corte de cerca de 400 cargos comissionados e a transformação de outros 370 em funções gratificadas de servidores efetivos.

 

Segundo o prefeito Kalil, os cortes representam uma redução de 37% dos cargos comissionados e uma economia de R$ 30 milhões por ano em salários. “Nós não estamos considerando aí os prédios que nós vamos devolver, os imóveis que já estamos devolvendo, os carros. Tudo vai dar uma economia”, justifica Kalil.

 

De acordo com o texto da reforma, a Assessoria de Comunicação Social e a Assessoria Policial Militar serão incorporadas a uma Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais e Comunicação Social, unindo a função de três pastas com status de secretaria em apenas uma. Outro órgão autônomo com status de secretaria, a Coordenação Executiva do BH Metas e Resultados, será integrado à nova Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão.

 

Ainda de acordo com o texto, todas as regionais passarão a ser coordenadorias regionais, com status de subsecretaria, que serão subordinadas diretamente ao Gabinete do Prefeito. Mudanças na estrutura da Belotur, BHTrans, Prodabel e Urbel ainda estão sendo avaliadas pela administração.


Volta da Cultura

 

A reforma também prevê a recriação da Secretaria Municipal de Cultura. De acordo com o projeto, Secretaria e Fundação de Cultura utilizarão estruturas já existentes para a elaboração de projetos culturais do município. “É uma reivindicação antiga do setor, e que só vem a acrescentar aos movimentos culturais da cidade”, diz a vereador Cida Falabela (PSOL). “Ainda é um esboço a ser desenhado, mas já é um passo importante”, avalia Cida.