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Atualizado em terça-feira, 25 de março de 2014 - 15h04

Venda do leite Elegê é liberada em todo Rio

Porém, permanece suspensa a comercialização do leite desnatado, alvo de todas as reclamações recebidas pelo Procon

A Secretaria de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor (Seprocon) informa que representantes do Procon Estadual e da BRF, empresa responsável pelo leite Elegê, estiveram reunidos nesta terça-feira, para tratar do problema envolvendo o produto.

Como a BRF  demonstrou que o teor de gordura presente nos leites integral e semidesnatado não permite a ocorrência da alteração das características do alimento, como acontece no caso do leite desnatado, o Procon Estadual liberou a venda do leite para todo o estado - mas apenas os do tipo integral e semidesnatado. Portanto, permanece suspensa a comercialização do leite desnatado,  alvo de todas as reclamações recolhidas pelo órgão. 

Representantes da LBR, empresa responsável pelos leites Parmalat e Líder, também estiveram no Procon Estadual e apresentaram memorado do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) atestando que os leites sob suspeita não estão contaminados.

Com relação ao Elegê desnatado, suja venda segue suspensa, a BRF se comprometeu com o Procon Estadual a apresentar laudo técnico, realizado por um laboratório credenciado pelo Mapa, dos lotes de leite desnatado que a empresa confirma terem sido adulterados (CDSA 16:53 3, CDNZ 23:55 3 e CDVP 06:09 3) e de outros dois lotes diferentes, com o objetivo de comparar e demonstrar que o problema só ocorre naqueles três lotes e não em toda a produção.

Quando apresentar o laudo - e se ele, de fato, atestar que o problema é restrito aos três lotes contaminados -, a BRF irá publicar anúncio em três dos principais jornais de circulação no estado informando os lotes reprovados e declarando a liberação pelo Procon Estadual da venda no estado de todos os outros lotes de leite desnatado Elegê.

O anúncio nos jornais também informará que os consumidores que possuírem caixas de leite dos lotes adulterados poderão trocá-los por caixas de leite Elegê - desnatado, integral ou semidesnatado - ou pelo dinheiro usado na compra do leite. A troca poderá ser realizada no estabelecimento em que o produto foi comprado, mesmo que o consumidor não tenha mais a nota fiscal de compra. 

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