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Atualizado em quarta-feira, 11 de outubro de 2017 - 19h30

Ex-presidente da Eletronuclear recebe prisão domiciliar

Othon Silva foi condenado, em 1ª instância, a 43 anos de prisão

O Tribunal Regional Federal converte a prisão do ex-presidente da Eletronuclear Othon Silva, em prisão domiciliar. Ele foi condenado em 1ª instância a 43 anos de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e organização criminosas nas obras da usina nuclear Angra 3.

A defesa de Othon alegou problemas de saúde do ex-presidente do órgão. Ele vai aguardar em casa o julgamento do recurso da sentença.

Segundo as investigações, Othon cobrou propina em contratos com as empreiteiras Engevix e Andrade Gutierrez para as obras da usina nuclear de Angra 3.

A sentença contra Othon e outras 12 pessoas que também foram condenadas foi dada em agosto do ano passado pelo juiz Marcelo Bretas, que julga os processos da Lava Jato no estado.