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Atualizado em terça-feira, 13 de fevereiro de 2018 - 18h20

Dmae e Corsan informam que água continua potável

Moradores de Porto Alegre e região metropolitana têm reclamado do sabor e do cheiro durante o consumo
Desde o início do ano, foram contabilizadas 80 reclamações referentes a cheiro e gosto ruins na água / Pixabay Desde o início do ano, foram contabilizadas 80 reclamações referentes a cheiro e gosto ruins na água Pixabay

Moradores de Porto Alegre, Canoas, Cachoeirinha e Gravataí têm se queixado do odor e do sabor de terra na água disponibilizada nas torneiras. A Corsan, que atende aos municípios da região metropolitana, informa que esse registro tem relação com a proliferação de algas no lago Guaíba. Por conta disso, a Companhia garante ter aumentado a dosagem de carvão ativado à água na estação de tratamento.

 

Já o Departamento Municipal de Água e Esgotos, da capital gaúcha, deverá confirmar, até sexta-feira, a ocorrência de algas ou cianobactérias no Guaíba através de análises laboratoriais. Desde o início do ano até esta terça-feira (13), foram contabilizadas 80 reclamações de moradores da cidade referentes a cheiro e gosto ruins na água fornecida.

 

Na semana passada, o Dmae ampliou a adição de dióxido de cloro e iniciou a dosagem de carvão ativado no pré-tratamento da água.

 

Tanto a Corsan quanto o Dmae destacam que, até o momento, não foi registrado nenhum prejuízo para a potabilidade. Ou seja, a água distribuída permanece potável e segura para consumo, pois atende aos parâmetros do Ministério da Saúde.

 

A ocorrência de algas e cianobactérias é favorecida pelas condições desse verão somadas à estiagem.

 

1) Pouca chuva reduz o volume de água no manancial;

 

2) Menor volume diminui a turbulência, tornando a água do Lago mais límpida;

 

3) Maior limpidez da água permite maior penetração dos raios solares;

 

4) As altas temperaturas favorecem o desenvolvimento dos microrganismos presentes no Lago Guaíba.

 

Segundo o Dmae, a cor do lago Guaíba, no entanto, ainda não apresenta o tom esverdeado característico da floração das algas e cianobactérias, registrado pela última vez há seis anos.