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Atualizado em quinta-feira, 12 de julho de 2018 - 11h01

Aumenta número de mortes por gripe no RS

Última vítima foi mulher moradora de Caxias do Sul
Mortes por gripe acontecem em todas as regiões do Estado / Marcello Casal jr/Agência Brasil Mortes por gripe acontecem em todas as regiões do Estado Marcello Casal jr/Agência Brasil

A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul confirmou mais sete mortes por gripe nesta última semana. Com o último óbito, o número de vítimas chega a 15 somente no Estado em 2018. Destas, quatro foram por H1N1, nas cidades de Sapiranga, São Leopoldo, São Marcos e Canoas. Um caso de H3N2 foi confirmado em Tupanciretã e um outro não subtipado foi notificado em Flores da Cunha.

 

Das seis pessoas que morreram, quatro não tinham se vacinado e duas pertenciam a grupos de risco. A última vítima é uma mulher de 48 anos, que residia em Caxias do Sul, na serra gaúcha. Mesmo não pertencendo a nenhum grupo de risco, ela tinha direito à imunização pois era professora.

 


A responsável pela Vigilância de Influenza no Estado, Letícia Martins, reitera que mesmo em graus diferentes, todas as pessoas são vulneráveis à doença. “A gente espera que as pessoas que tenham risco maior saibam que existe esse fator de risco. Mas não quer dizer que uma pessoa que não tenha comprometimento prévio da saúde não possa desenvolver uma infecção grave por influenza e evoluir pro óbito”, alerta Letícia.

 

Dos casos confirmados, 114 são só de H1N1. Infectologistas alertam que a vacina da gripe não previne resfriados e manifestações de outros problemas respiratórios, mas, sim, complicações – que podem chegar, inclusive, à morte. A única contraindicação para a aplicação da vacina é febre. Nem mesmo antibióticos impedem a imunização.