Ministro determina quebra do sigilo bancário de Aécio e outros três

Marco Aurélio pediu também que as informações sejam encaminhadas ao STF

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No mesmo dia em que revogou a prisão domiciliar de Andréa Neves, irmã do senador Aécio Neves, do primo dele, Frederico Pacheco e do ex-assessor parlamentar Mendherson de Souza Lima, o ministro Marco Aurélio Mello determina a quebra do sigilo bancário e fiscal dos três e do próprio senador tucano.

A decisão também vale para duas empresas ligadas a Mendherson de Souza. A quebra do sigilo vale apenas para o período entre 1º de janeiro de 2014 e maio de 2017, mês em que a Polícia Federal deflagrou a operação Patmos.

O ministro Marco Aurélio determina, também, que as informações sejam encaminhadas ao STF e permaneçam sob sigilo. A decisão do ministro atende a um pedido feito pelo então procurador geral da república, Rodrigo Janot.

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