MP investiga transporte de lixo tóxico para Minas

Secretário Municipal do Meio Ambiente de Sarzedo não tem informações sobre os produtos que a cidade está recebendo

O Ministério Público de Minas Gerais abriu nesta sexta-feira (22) um inquérito civil para apurar as denúncias de transporte de lixo tóxico para o estado. O município de Sarzedo é o destino de toneladas de resíduos que contaminaram o solo de três cidades do litoral de São Paulo. 

Os resíduos industriais tóxicos vieram da fábrica de solventes da multinacional francesa Rhodia, no polo petroquímico de Cubatão. As primeiras denúncias de contaminação em terrenos surgiram em 1970. 

Trabalhadores da indústria química e moradores de Cubatão, São Vicente e Itanhaém, cidades do litoral paulista, foram vítimas da intoxicação. Grande parte dos resíduos tóxicos foi depositada na área continental de São Vicente, onde vivem hoje cerca de 190 mil pessoas.  

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) garantiu que não há problema e respondeu às perguntas feitas pelo Jornal da Band sobre a contaminação e os destinos do lixo tóxico. Segundo a agência, todas as medidas para a proteção ambiental foram tomadas.

Em nota, a Rhodia reiterou que todas as áreas de sua responsabilidade na Baixada Santista são permanentemente monitoradas e vigiadas e não representam riscos à população ou ao meio ambiente. 

Assista à reportagem no Jornal da Band:

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