Boechat era uma pessoa que não passava despercebida, diz Rodolfo Schneider

Colega de Grupo Bandeirantes se despediu do jornalista durante o velório, em São Paulo

Rodolfo Schneider teve dificuldade em encontrar palavras para descrever o sentimento sobre a morte de Ricardo Boechat. No Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo, onde acontece o velório do jornalista, o colega de profissão lembrou de Boechat como seu segundo pai.

“Perder alguém como o Boechat, da forma como foi, tão súbita e repentina, a ficha não cai. O Boechat não era uma pessoa que passava despercebida, se ele passasse aqui, contaria uma história, deixaria um ensinamento, ou faria uma brincadeira, algo que você lembraria por anos”, ressaltou Schneider.

O jornalista da Band Rio revelou qual foi a última vez que falou com Ricardo Boechat: “Eu estava indo viajar com a família e, na nossa última conversa, ele falou para eu curtir minha esposa, meus filhos, e disse ‘sei o quanto a vida passa rápido’, que eu devia aproveitar minha família”, completou.

Boechat morreu no início da tarde desta segunda-feira, 11, em acidente de helicóptero. A aeronave caiu na Rodovia Anhanguera, na chegada a São Paulo, em cima de um caminhão. O piloto Ronaldo Quatrucci também não resistiu.

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