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Atualizado em quarta-feira, 30 de janeiro de 2019 - 13h08

Calor em Porto Alegre altera rotina de moradores

Especialista aponta cuidados necessários para esta época do ano
Semana de temperaturas elevadas na capital dos gaúchos / Igor de Almeida / band.com.br/rs Semana de temperaturas elevadas na capital dos gaúchos Igor de Almeida / band.com.br/rs

Semana de temperaturas elevadas na capital dos gaúchos. Em Porto Alegre as máximas estão beirando os 40 graus. E o calor deve seguir ao longo dos próximos dias em todo o Rio Grande do Sul.

 

Para os porto-alegrenses que saem às ruas praticar exercícios físicos, o horário preferido está sendo o da manhã. Durante o dia ninguém quer correr, caminhar ou andar de bicicleta. Todo mundo fugindo do sol. É o caso da comerciante Jussara de Ávila.

 

“A gente faz caminhadas todos os dias na Redenção, mas hoje resolvemos fazer aqui na Orla do Guaíba, que parece que a gente recebe uma brisa do rio. Pena que poucas pessoas aproveitam este horário, porque mais tarde é muito intenso o calor”.

 

Para os pets a situação é parecida. Os passeios têm que ser reduzidos e limitados a horários específicos. Segundo a dona de casa Ane Soares, a dica é muita água e sombra para os animais.

 

“A gente sempre sofre, né?! Inclusive os pets. Altera tudo, não tem como não alterar com esse calorão. Muita água, comem menos, consequências desse calor que está desastroso pra gente. Caminhada com os bichinhos só de manhã cedo ou a tardinha”.

 

Esta época do ano preocupa os médicos pela alta incidência de raios solares. A indicação é para o uso de roupas leves, filtro solar, consumo de frutas e muita hidratação. O doutor José Accioly explica que uma parcela da população deve ter cuidado redobrado.

 

“Tem que ter cuidado dobrado, principalmente idosos, crianças e pessoas com doenças como AIDS, câncer, coisas assim. Realmente tem que cuidar, se não pode passar a ter uma insolação”.

 

Quem trafega na Capital de transporte coletivo também acaba encarando problemas. Nem todas as linhas têm ar condicionado nos veículos. A Caren e o Anderson contam como é a rotina.

 

“É complicado, né?! Pelo preço que a gente paga, acho que no mínimo tinha que ter ar. É parecido com o preço da lotação e a lotação é direitinho e parece que apenas ônibus que atendem determinado trajeto têm ar”, afirma Caren.

 

“O horário que eu pego é o horário do pico. E pra zona sul tem pouco ar condicionado nos ônibus, agora os ônibus da zona norte que eu pego, que eu pego só o rápida, não tenho do que me queixar”, relata Anderson.

 

De acordo com a EPTC, a priorização do uso do ar é feito dentro de cada consorcio. Originalmente, a priorização sempre foi para linhas rápidas, diretas e universitárias - com mais passageiros e maior tempo de viagem.