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Atualizado em quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013 - 17h23

Mônica: gorducha, dentuça e cinquentona

Cria de Mauricio de Sousa, Mônica chega aos 50 anos e ganha uma série de eventos para celebrar a data
O coelhinho Sansão, na cor original de sua primeira versão, de 1963, também faz 50 anos. / Reprodução O coelhinho Sansão, na cor original de sua primeira versão, de 1963, também faz 50 anos. Reprodução

Quem vê aquela menina de dentes grandes, vestido vermelho e corpo rechonchudo mal pode acreditar que ela esteja completando 50 anos. A verdade é que Mônica continua em ótima forma, e seu criador, Mauricio de Sousa, não perde a oportunidade de comemorar.

 

O ano de 2013 será marcado por diversos eventos e lançamentos relacionados à verdadeira “dona da lua”, como Cebolinha diz. Ainda no primeiro semestre (ainda sem data e local definidos), será lançada uma grande exposição sobre a personagem. No mesmo período entra no ar o novo site da Turma da Mônica, todo reformulado e com conteúdos inéditos. Atividades paralelas também serão desenvolvidas no perfil da turma no Facebook (www.facebook.com/turmadamonica). No próximo dia 3, estreia no Rio espetáculo “Mônica Mundi – Uma Volta ao Mundo com a Turma da Mônica”.

 

No segundo semestre tem a estreia da remontagem de “Mônica e Cebolinha no Mundo de Romeu e Julieta”, primeira peça da turma, apresentada em 1978. O canal Cartoon Network também vai homenagear a baixinha: em setembro, ele fará o “Mês da Mônica”.

 

A primeira boneca da personagem, lançada pela marca Troll, na década de 1960, e brinquedos clássicos, como a Estrelinha Mágica e a Mônica MixFace, irão ressurgir.

 

Ainda nessa onda retrô, chega às lojas uma pelúcia amarela do Sansão – cor original da primeira versão do parceiro da dentuça. Mônica apareceu pela primeira vez em 3 de março de 1963, em uma tira publicada no jornal Folha de S. Paulo.

 

Inspirada na filha homônima de Mauricio de Sousa, ela ganhou sua própria revista apenas em 1970. “Mulher quando chega toma conta de tudo”, brinca Mauricio. “A verdade é que o sucesso da Mônica vem do público. Quando se cria um personagem, você não o domina mais. Os leitores é que decidem como ela deve ser”, explica o autor.