Índios que moram em centros urbanos são mais vulneráveis ao coronavírus

Pesquisa da Universidade Federal de Pelotas estudou incidência da doença em relação à cor de pele

Uma pesquisa da Universidade Federal de Pelotas revela que os índios que moram em centros urbanos são mais vulneráveis ao coronavírus. Um dos enfoques do estudo foi a diferença na incidência da Covid-19 em relação à cor da pele autodeclarada dos entrevistados.

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Os pesquisadores descobriram que a proporção de índios que tiveram a doença foi maior que o dos outros grupos étnicos. Levando em consideração apenas a região Norte, a que tem a maior quantidade de indígenas no país, a presença de anticorpos entre os índios para o coronavírus apareceu em 12,3% dos entrevistados.

Entre os pardos, em 8,5%; pretos 6,9%; amarelos 4,4%; e entre os brancos, apenas 5,7% foram infectados.O levantamento foi feito até o fim de junho, quando as regiões Norte e Nordeste passavam pela fase aguda da doença, com incidência maior que no restante do país.

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