Governo central registra déficit primário em maio com impacto da pandemia

Tesouro, Banco Central e Previdência Social tiveram o maior rombo para maio da série histórica iniciada em 1997

O governo central, formado por Tesouro, Banco Central e Previdência Social, registra déficit primário recorde em maio diante do forte impacto da crise com o coronavírus nas contas públicas.

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O Tesouro Nacional alertou que não há espaço para novas despesas obrigatórias no país sem que haja forte aumento de impostos.

De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira, o rombo primário do governo central, foi de R$ 126 bilhões e R$ 600 milhões de reais em maio, maior para o mês da série histórica iniciada em 1997.

Já no lado das receitas, o desempenho no mês foi afetado principalmente pelo diferimento de quase 30 bilhões de reais na arrecadação de impostos.

No lado das despesas, a execução de gastos ligados ao enfrentamento da crise do coronavírus teve um impacto de 53 bilhões e 400 milhões de reais no mês.

Desse total, pouco mais de R$ 41 bilhões foi com o auxílio emergencial.

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