STF coloca em liberdade condenado a 65 anos

Galo, um dos chefes do PCC, está solto há quase um mês

O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu liberdade provisória a Carlos Roberto Ferreira, o Galo, um dos chefes do PCC (Primeiro Comando da Capital), que foi condenado em segunda instância por latrocínio e roubo a 65 anos de prisão.

 

Ricardo Lewandowski entendeu que prender o acusado antes do fim de todos os recursos ofende o princípio de presunção de inocência. O habeas corpus concedido pelo ministro do STF contrariou a decisão majoritária da Corte.


O Galo, que está solto há quase um mês, foi preso em 2008 após um roubo a banco que terminou em perseguição e invasão a residência com refém. Na ocasião, 11 pessoas ficaram feridas e três morreram, entre elas um policial militar e um líder do PCC.

Galo chegou a ser solto durante o processo e, depois de mais de um ano de investigação, voltou a ser preso no ano passado quando assistia a uma partida entre Santos e Corinthians, na Vila Belmiro, na Baixada Santista, litoral de São Paulo.

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