Marinho: Bebianno morreu de tristeza

Ex-secretário geral da Presidência e pré-candidato a prefeito do Rio de Janeiro morreu nesta madrugada, aos 56 anos

O presidente do diretório do PSDB no Rio de Janeiro, Paulo Marinho, afirmou que a morte de Gustavo Bebianno é “uma perda para o debate político no Rio nas eleições deste ano”. Em entrevista à Rádio Bandeirantes, Marinho disse que Bebianno morreu de tristeza por tudo que passou nos últimos meses.

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"Ele não tinha dado nenhum sinal [de problemas de saúde]. Estava gozando de uma saúde plena", declarou Marinho.

Bebianno era um dos homens de confiança de Bolsonaro, mas foi demitido do cargo após desavenças públicas com o filho do presidente, o vereador Carlos Bolsonaro. Bebianno chegou a apelidar Carlos de "Tonho da Lua", em referência ao personagem da novela "Mulheres de Areia". Ele permaneceu no cargo de secretário-geral da Presidência por apenas um mês e 18 dias, protagonizando a primeira crise do governo, sobre o caso das candidatas laranjas do PSL. Após a demissão, Bolsonaro ensaiou uma trégua com o desafeto.

Ouça a declaração de Paulo Marinho à Rádio Bandeirantes:

Pré-candidato a prefeito do Rio de Janeiro pelo PSDB, Bebianno morreu na madrugada deste sábado, 14, aos 56 anos, após um infarto fulminante. "O PSDB está de luto", disse Marinho.

O empresário viajou a Teresópolis, na região serrana do Rio, para acompanhar os trâmites para a liberação do corpo e organização do velório e enterro do político. O tucano foi o autor da indicação de Bebianno para as eleições cariocas de 2020. Ambos trabalharam na campanha de Bolsonaro para a Presidência em 2018.

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