Operação do MP faz buscas em casa ligada a Bolsonaro no Rio de Janeiro

O imóvel é avaliado em R$ 40 mil e foi usado como um dos comitês de campanha eleitoral

A Operação Anjo, que prendeu o ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, cumpre outras medidas cautelares autorizadas pela Justiça relacionadas ao inquérito que investiga a prática de "rachadinha" na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. As informações são do Marcus Sadok, da BandNews FM.

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Ao contrário do que a BandNews FM informou mais cedo, o imóvel alvo de busca e apreensão em Bento Ribeiro, na Zona Norte, na operação do MP que prendeu Fabrício Queiroz, não constava na declaração de bens que Jair Bolsonaro enviou ao TSE em 2018, antes das eleições. O mandado judicial foi cumprido em uma residência em frente.

O imóvel é avaliado em R$ 40 mil e fica em uma rua próxima ao local onde Bolsonaro costumava ser visto cortando o cabelo durante a campanha e após ter sido eleito. A casa foi usada como um dos comitês de campanha eleitoral. Alessandra Esteves Marins, ex-funcionária na Alerj, mora na residência. Ela é um dos alvos da ação de hoje.

A Justiça do Rio também determinou o afastamento da função pública de outros alvos além do comparecimento mensal em juízo e proibição de contato com testemunhas.

São cumpridos mandados ainda contra o servidor da Alerj Matheus Azeredo Coutinho; a ex-funcionária da casa legislativa Luiza Paes Souza; e o advogado Luis Gustavo Botto Maia.

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